quinta-feira, 31 de março de 2011

Um brisa pousa sobre o beiral da janela.
Espreita,
escorrega pelo cortinado,
rebola pelo chão, plena de prazeres indizíveis.
Ergo os olhos rumo ao infinito: foi Primavera.
E jaz, agora, debaixo da sola do meu sapato.

2 comentários:

tediokiller disse...

Durou pouco o

dowhile disse...

A realidade é uma chatice.